À partir de 2007 começo a viajar e a participar de alguns encontros internacionais de artistas, Simpósios e Residências. Foram experiências fundamentais para o amadurecimento de meu processo criativo. Em sua crítica à minha obra no início dos anos 90, Harry Laus já havia sinalizado dizendo: “Juliana precisa viajar, se encharcar de Max Ernst (…)”, na época eu estava iniciando a pintura e não tinha condições financeiras para viajar, o que veio a se concretizar quase duas décadas depois. E ele estava certo, o distanciamento do meu local de trabalho, o convívio com outros artistas de diferentes culturas, conhecer ao vivo obras que eu só conhecia através de reproduções fotográfica em livros e revistas, entre outras coisas, me fizeram ver o mundo da arte sob outra perspectiva, muito mais real e ampla.

Art Circle, 2019

Local: Eslovênia

LAF - Larroque Art Festival - Harmony, 2018

Local: Larroque, França

Prêmio Aliança Francesa - Residência Cité International Des Arts, 2016

Local: Paris, França

SIANOJA – Simpósio Internacional de Arte, 2016

Local: Noja, Espanha

No Boundaries – International Art Colony, 2008

Local: Bald Head Island, North Carolina, USA

Paint a Future, 2007

Local: Chateau Saint Michel, Rully, Borgonha, França